sábado, 31 de março de 2012

Hora de Acordar! – Parte 1: O Mundo é um Matrix

Hora de Acordar! – Parte 1: O Mundo é um Matrix





Gostaria de pensar que a mensagem que estará sendo lida nas linhas abaixo (não só desse texto, mas também dos próximos dois) funcionará como um despertador. 

Não é o objetivo desse texto (ou dos próximos) dizer a ninguém o que deve ser feito, muito menos com que urgência. A idéia por trás desse esforço é convidar-lhes a ponderar sobre o que tem acontecido com a nossa sociedade (parte 1), sugerir alternativas (parte 2), e delinear de que maneira o futuro (parte 3) pode se materializar se tomarmos as atitudes certas.

Nesse sentido, a mensagem terá os seguintes segmentos:

Parte 1: O Mundo é um Matrix (abaixo)
Parte 2: Vamos Arregaçar as Mangas
Parte 3: O Futuro Depois do Caos

Comecemos pela parte 1:
Morfeu: Vou te dizer por que está aqui. Você sabe de algo. Não consegue explicar o quê. Mas você sente. Você sentiu a vida inteira: Há algo errado com o mundo. Você não sabe o que, mas há. Como um zunido na sua cabeça te enlouquecendo. Foi esse sentimento que te trouxe até mim. Você sabe do que estou falando.

Neo: O que é a Matrix?

Morfeu: Você deseja saber o que é a Matrix? A Matrix está em todo lugar. A nossa volta. Você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando liga sua televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, quando vai a igreja, ou quando paga os seus impostos. É o mundo que foi posto diante dos seus olhos para que você não enxergue a verdade.

Neo: Que verdade?

Morfeu: Que você é um escravo, Neo. Como todo mundo, você nasceu em cativeiro. Nasceu em uma prisão que não pode ver, cheirar ou tocar. Uma prisão para a sua mente. Infelizmente, é impossível lhe dizer o que é a Matrix. Você tem que ver por si mesmo.




Honestamente, quem de nós nunca se sentiu como o Neo? Aliás, quem de nós não se sente assim agora?

Passamos a grande parte do nosso tempo pensando em como vamos pagar contas, agradar pessoas de quem, em geral, não gostamos, e como vamos poder comprar uma série de coisas das quais não precisamos. Se isso não é uma prisão invisível para a nossa mente, o que seria então?

Através do advento da tecnologia, vivemos cada vez mais “conectados” na rede, ou no ciber espaço, mas cada vez menos engajados no mundo real, tal como os humanos “em cativeiro” da Trilogia Matrix (citada acima).

Claramente estamos perto (ou já passamos) de um ponto de inflexão relevante para a humanidade, e que mudanças significativas estão para alterar o escopo do que consideramos nossa sociedade. Só no ano passado, tivemos duas novas guerras (Paquistão e Líbia), e a queda dos seguintes governos (de lambuja ainda ganhamos um terremoto no Japão):

    Bahrain
    Irlanda
    Grécia
     Tunísia
    Iemen
    Egito
     Líbia
Adicionalmente a essas mudanças de regime, temos acompanhado uma série de sérios distúrbios civis na Síria, na Jordânia, na Arábia Saudita, em Portugal, na Espanha, na França, na Ingleterra (com direito inclusive a ovadas no carro do Principe Charles) e nos EUA. As razões das manifestações em geral variam, mas alguns aspectos de uma temática geral prevalescem:

Os salários (mantidos estáveis ou até caindo – quando há emprego) das classes mais baixas perdem poder de compra, uma vez que os preços de energia, comida e moradia não param de subir (em função de políticas monetárias e fiscais irresponsáveis), e algumas parcelas dessas populações são levadas a quase completa miséria
As mesmas populações se sentem cada vez menos representadas, uma vez que os seus políticos eleitos (quando há a ilusão de democracia) estão completamente desconexos da realidade do seu eleitorado e trabalham para os seus verdadeiros eleitores e contribuintes (as grandes corporações e os seus donos)
A “máquina” de propaganda se torna cada vez mais exagerada, e a mídia mainstream começa a entrar no estágio de completa dissonância com a realidade (temos como exemplos recentes as “fábulas” Kony, Bin Laden e Strauss Kahn) tentando convencer as mesmas populações que está “tudo bem”
Segmentos não produtivos da sociedade (principalmente o governo e o setor financeiro) vivem em opulência enquanto os produtivos (industria e agricultura – sem falar nos pequenos negócios, que são basicamente dizimados em todos os países, apesar de serem os maiores empregadores) passam dificuldades
E por último, o tamanho e escopo governamentais crescem significativamente na tentativa de “estabilizar” a sociedade
Naturalmente, quando as pessoas sentem que as suas perspectivas, e as de suas futuras gerações, são marcadas por ausência de oportunidades, maior intervenção e burocracia governamental, menos segurança, além de comida, moradia e energia mais caros, elas tendem a expressar suas frustrações nas ruas.

Não sou ingênuo a ponto de achar que é a primeira vez que temos quedas de governo ou disturbios civis em nosso mundo. Esses são eventos que acontecem desde o início da história. A diferença da atual conjuntura para o passado é a frequência, intensidade e quantidade dos mesmos em um curto intervalo de tempo.

Mais que isso, tais eventos não aconteciam anteriormente em um planeta com 7 bilhões de pessoas e com recursos (principalmente os energéticos) cada vez mais escassos.

Não que estejamos prestando atenção a essa conjuntura. Estamos ocupados demais com as nossas bugingangas,  hobbies idiotas e pseudo amizades.

Qualquer pessoa hoje em dia está ligada a centenas (ou talvez milhares) de “amigos” através do Facebook, Four Square, Twitter, Orkut, Linkedin e outros demais instrumentos. No entanto, muitas dessas mesmas pessoas possívelmente desconhecem os seus próprios vizinhos de porta.

Devido a uma cultura imediatista e materialista, e uma mentalidade de rebanho, temos interesses cada vez mais triviais, como ter um carro que chame atenção, comprar uma ropa de griffe, ou frequentar um bar, boite ou restaurante “in” ou “da moda”, além de torcer fervorosamente por um time de futebol ou uma escola de samba. Não bastasse isso, ainda moldamos as nossas personalidades em função desses “interesses”, então acabamos por excluir (ou incluir) nas nossas vidas pessoas afins (ou não afins), de acordo com métricas completamente mongoloides. Quem de nós nunca viu algo como: Fulano de tal não pode ser amigo de beltrano pq beltrano torce para o time errado, ou pq frequenta um bar que não é bem aceito por um outro grupo. Infelizmente, nos reduzimos a crianças mimadas, enquanto os “adultos” mandam nas nossas vidas.

Os oligarcas que são os verdadeiros donos das corporações que elegem os nossos representantes, produzem tudo o que consumimos, e ditam o nosso comportamento (através da propaganda e do sistema educacional), riem da nossa cara, porque sabem que podem tirar cada vez mais de nossas liberdades, recursos e tempo, desde que nos mantenham ocupados com as atividades citadas acima.

Se quisermos avaliar o quão doente está a nossa sociedade, peço lhes para ler a seguinte matéria:

Sim… isso mesmo, “Mãe aplica injeções de Botox em filha de 8 anos”.

Afinal, ela precisa de dinheiro, e ofertar a filha de 8 anos para desfiles de miss, como um animal de estimação, faz total sentido em um mundo como o nosso.

Mas não paremos por aí, vamos realmente abrir a “caixa de pandora”.

Que tal essa notícia aqui:

O título é esse mesmo: “Menino se arrepende de vender o próprio rim para comprar um Ipad”

Acho que realmente não preciso dizer mais nada. As pessoas estão inseguras a ponto de vender orgãos vitais para comprar bugingangas que as façam se sentir melhor.

Por favor, não me levem a mal. Todo mundo precisa de diversão, e certamente há espaço para nossas frivolidades no dia a dia que vivemos.

No entanto, isso não quer dizer que tenhamos que chegar ao ponto em que estamos agora. Eu tenho que acreditar que somos capazes de mais do que estamos fazendo agora. Essa mudanca é responsabilidade nossa. Só cabe a nós. E antes de tomarmos qualquer atitude, temos pelo menos que admitir que a nossa sociedade está doente, que há algo errado.

Vamos pelo menos tentar libertar as nossas mentes do Matrix.



USP está em falta com a democracia


USP está em falta com a democracia




“Maior universidade do país e reconhecida por sua excelência, USP vem ganhando fama em outro quesito: o cerceamento da liberdade política.”


Excelência internacionalmente reconhecida, professores de alto gabarito, uma das 70 melhores instituições de ensino superior do mundo segundo o ranking do instituto britânico Times Higher Education (THE). Essas são características bastante conhecidas da Universidade de São Paulo (USP), que enchem de orgulho o seu reitor, o professor de Direito João Grandino Rodas.

A maior universidade do país, entretanto, vem ganhando fama também em outro quesito: o cerceamento da liberdade de expressão e o aumento do número de processos e expulsões de uspianos que participam de manifestações e ocupações de prédios motivadas por reivindicações políticas.

No dia 09 de março, a Reitoria resolveu se pronunciar publicamente no jornal institucional USP Destaques sobre as manifestações que estão ocorrendo no campus. Em nota, disse que os “protestos extraordinários são cabíveis em um Estado democrático de direito, como o Brasil, por meio de demonstrações etc., mas nunca com a utilização de atos que sejam considerados como crime pelo direito penal, como vem acontecendo há décadas na USP”, em clara referência às últimas ocupações e à movimentação estudantil iniciada no ano passado.

Realmente o cenário não é o dos mais favoráveis aos movimentos sociais, organizações, partidos e indivíduos de esquerda dentro do campus. Desde que Rodas foi nomeado pelo então governador José Serra (PSDB) para a gestão, em dezembro de 2010, seis estudantes foram expulsos, 88 foram presos e 98 processados. Um fato inédito na história da USP.

Além disso, todos os sindicalistas do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) estão sendo processados e a diretoria da Adusp (Associação de Docentes da USP) corre o risco de sofrer processos da reitoria, caso a entidade não se retrate sobre críticas feitas em relação ao mau uso do dinheiro público pela universidade.

“De todas as últimas reitorias, a atual é a mais fechada ao diálogo, a que mais tem adotado medidas unilaterais repressivas, com uso desproporcional e emblemático de força policial que é para dar uma mensagem não apenas ao movimento estudantil e sindical da USP, mas é uma mensagem global do governo do estado de São Paulo, e do PSDB que o dirige, contra os movimentos sociais. Não é coincidência que esse uso sistemático da força da PM e toda uma operação ideológica para justificá-la coincide com a repressão de Pinheirinho”, analisa o professor de História da instituição, Henrique Carneiro.

No último dia 19, centenas de alunos, apoiados por professores, realizaram um ato em frente à reitoria. Em falas, eles ressaltaram que a maior universidade do país está vivendo um período de militarização e judicialização das manifestações políticas. Perseguições que “inexistem” segundo a reitoria.

“Só se a USP for outro Estado”

Um dos pontos reivindicados pelo movimento estudantil é que o reitor finalize o convênio feito com a Polícia Militar do estado em setembro do ano passado. Apesar de assembleias massivas, com a participação de mais de cinco mil estudantes, a reitoria mantém a mesma posição.

Na rede social Facebook, é comum o relato de estudantes que sofreram ou presenciaram constrangimentos causados pela Polícia Militar em abordagens.

Em 28 de fevereiro, quatro calouros foram detidos e levados à 14º DP no bairro de Pinheiros, em São Paulo, por terem sido pegos com 0,4g de maconha, algo próximo ao peso de um confete. O caso mais grave, entretanto, aconteceu no dia 6 de janeiro quando o estudante de Ciências da Natureza, Nicolas Menezes Barreto, teve uma arma apontada para a sua cabeça por um policial, durante uma ação da Corporação no prédio do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Em nota no USP Destaques, a Reitoria diz que a Constituição Federal autoriza a Corporação a exercer o poder de polícia em todo o território nacional e que para mudar isso só haveria dois caminhos: ou emendar a Constituição ou proclamar a USP como um novo Estado soberano, reconhecido pela comunidade internacional.

“Sendo um espaço público é impossível evitar a presença da polícia militar e ninguém questiona isso. O que se questiona é o convênio que foi feito, sobretudo de estabelecerem um banco de dados de troca de informações recíprocas entre a Polícia e a reitoria a partir das ocorrências verificadas. Isso acabou gerando um estágio de medo em relação à presença ostensiva da polícia e permite a lógica da espionagem, como já foi divulgado”, contra-argumenta o juiz e professor de Direito da USP, Jorge Luiz Souto Maior.

Para o juiz, a universidade chegou em um nível muito grave de falência democrática. “A coisa vem numa crescente tão grande que até dá para imaginar que possa piorar. Isso é claramente verificável, começou pequeno e hoje está bem maior a ponto da reitoria ameaçar todo mundo, no [jornal] USP Destaques, dizendo que pode haver processos a partir do que for dito contra ela”, pontua, destacando que as pessoas – como não têm noção do que seja uma imputação caluniosa – deixam de falar e escrever manifestos, textos, planfletos e participar de manifestações. “Realmente calúnia é crime, mas essa ameaça é usada politicamente no sentido de gerar medo e calar as pessoas. E é uma forma repressiva clássica. O debate posto sob uma perspectiva de espada política é um debate que se evita”.

Democratização da USP

Recentemente uma polêmica envolvendo a universidade ganhou destaque na imprensa nacional por sua peculiaridade. Na ocasião, uspianos perseguidos pelo regime militar e parentes de ativistas assassinados se recusaram a receber uma homenagem da instituição, que prevê a construção de um monumento às vítimas da ditadura na Praça do Relógio, na campus Butantã em São Paulo (SP).

Em documento intitulado Manifesto pela Democratização da USP e assinado com 231 nomes, eles afirmavam que a recusa se dava porque a reitoria “reatualiza o caráter autoritário e antidemocrático das estruturas de poder da USP”. Além disso, a placa que indicava a construção utilizava a expressão “Homenagem às vítimas da Revolução de 1964”.

Segundo a reitoria e o Núcleo de Estudos da Violência da USP, que coordena o projeto, a palavra “Revolução” em referência ao golpe militar foi um erro causado pela empresa Scopus Construtora e Incorporadora, que venceu a licitação da obra. O manifesto dos ativistas, entretanto, não foi bem recebido pela reitoria que disse que os assinantes se autointitulam perseguidos e parentes dos assassinados pelo regime.

A situação gerou manifestações e críticas na rede social Facebook. Textos chamavam atenção que o reitor João Grandino Rodas votou de forma favorável aos militares quando fez parte da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), organizada pela Secretaria de Direitos Humanos. Em 10 casos, Rodas votou contra a culpabilidade do Estado, tendo posição igual ao general do exército Oswaldo Pereira Gomes em diversas vezes.

Manifesto pela Democratização

O manifesto pela democratização da USP, assinado por 231 docentes, surgiu no ano passado para criticar o uso da expressão “Revolução de 1964” na placa da obra de um monumento localizado na Praça do Relógio, na Cidade Universitária, e também para exigir o fim das perseguições políticas pela reitoria e pelo Governo de São Paulo a estudantes, professores e movimentos sociais.

Rodas e a ditadura

A relação entre o reitor da USP, João Grandino Rodas, e a ditadura militar é “indireta”. Com o processo da redemocratização, a lei da anistia foi instaurada e previa que o Estado pagasse indenizações às famílias que foram atingidas pelo regime, ou para as próprias vítimas que tiveram parte de suas vidas interrompidas. Rodas era um dos promotores públicos que julgava os casos de anistia e votou contra a culpabilidade do Estado em 10 casos.

Eleição para reitor

Na USP, uma pequena parte da comunidade acadêmica pode votar para reitor. Em 2009, Rodas foi o segundo candidato mais votado, mas mesmo assim foi escolhido pelo governador José Serra como governante da Universidade.

Estrutura de poder

O regimento disciplinar interno da USP elaborado em 1972, no auge da ditadura militar, vigora até hoje. No regimento consta, dentre outras coisas, a proibição a atividades políticas dentro da universidade.

Big Brother Internet: torne público tudo o que você faz no seu navegador


Big Brother Internet: torne público tudo o que você faz no seu navegador



Extensão para Chrome grava as informações dos sites que você acessa e transmite-as, para que todos acompanhem em tempo real o que você está fazendo.


O Big Brother Brasil, encerrado nesta semana, é um dos programas com maior audiência na televisão brasileira. Pode parecer estranho, mas assistir ao dia a dia de um grupo de pessoas desconhecidas confinadas em uma casa é um dos passatempos mais procurados pelo espectador brasileiro.

Mas e se você pudesse ver o que pessoas estranhas estão fazendo enquanto navegam na internet? Essa é a proposta do SelfSurfing, uma extensão disponível para o Google Chrome que permite que você transmita e torne público tudo aquilo que você está fazendo em seu navegador.

O sistema, segundo explica seu desenvolvedor, é bastante simples. Com a extensão habilitada, todas as informações geradas pelo navegador são salvas em um banco de dados. Localmente, o browser acessa essas informações e o SeflSurfing se encarrega de direcionar o conteúdo, fazendo com que você assista a navegação de completos desconhecidos.

O aplicativo está sendo comparado ao Chatroulette, e seu criador acredita que ele pode fazer muito sucesso, em especial nas mãos de celebridades. “Quem nunca teve a curiosidade de saber que tipo de conteúdo uma determinada celebridade acessa?”, comenta o desenvolvedor Jonas Lund.

Resta saber se, assim como já foi comprovado que o ser humano tem o desejo de espionar a vida de outras pessoas, também terá interesse em conferir o que completos estranhos estão acessando enquanto navegam. Você exibira sua navegação para completos desconhecidos?





Justiça dos EUA ainda terá muito trabalho com o caso Megaupload

Justiça dos EUA ainda terá muito trabalho com o caso    Megaupload



Homem entra com ação judicial para reaver conteúdos
legítimos e de sua propriedade antes que eles sejam apagados.



No início desta semana, nós noticiamos que a empresa responsável pela hospedagem dos arquivos do Megaupload está ameaçando apagar os 25 petabytes (25 milhões de gigabytes) enviados pelos usuários do site – fechado em janeiro pela justiça norte-americana sob as acusações de violação das leis de direito autoral e de lavagem de dinheiro.

Correndo o risco de perder os dados de sua propriedade legal, Kyle Goodwin, morador de Ohio e responsável pelo site OhioSportsNet, representado pelo grupo de direitos civis Electronic Frontier Foundation, solicitou ao juiz responsável pelo caso Megaupload que o conteúdo bloqueado não seja eliminado.

De acordo com a publicação do site Wired, Goodwin armazenava no site de compartilhamento gravações e outros documentos que ele mesmo capturava e coletava durante as partidas de futebol americano do ensino médio que acompanhava para a sua página de esportes.

Assim como esse homem, muitos outros usuários do Megaupload usavam o serviço para armazenar conteúdos pessoais. Dessa forma, a justiça dos EUA ainda deve receber outras inúmeras ações com a mesma prerrogativa. Uma audiência sobre a questão está marcada para o próximo mês. Clique aqui para conferir a carta redigida (em inglês) para as autoridades norte-americanas.






sexta-feira, 30 de março de 2012

DKFBootKit - First Android BootKit Malware


DKFBootKit - First Android BootKit Malware


NQ Mobile Security Research Center foi recentemente descoberto um novo malware DKFBootKit. Este malware é identificado no acompanhamento e análise da evolução de variantes anteriores DroidKungFu.O que define DKFBootKit além de malware como DroidDream, é que DKFBootKit substitui os processos de inicialização certos e pode começar a correr antes mesmo que o sistema é completamente arrancado.

DKFBootKit repackages aplicativos legítimos, colocando suas próprias cargas nocivas em si. No entanto, as aplicações das vítimas que escolhe para infectar são aplicativos utilitários que requerem o privilégio de root para funcionar corretamente. NQ diz que o código malicioso já infectou 1.657 dispositivos Android nas últimas duas semanas e já apareceu em pelo menos 50 diferentes aplicativos móveis.

 

Estas aplicações parecem ter razões legítimas para requerer privilégios de administrador para a sua própria funcionalidade. Também é razoável acreditar que os usuários provavelmente vai conceder o privilégio de root para esses aplicativos.DKFBootKit faz uso do privilégio de root concedido para outros fins maliciosos, ou seja, compreendendo a integridade do sistema.

A fim de evitar ser infectado por este animal, NQ recomenda três passos de bom senso: 
Primeiro, não baixar os aplicativos de lojas de aplicativos incompletas.
Segundo, não aceitar as permissões de aplicativos de fontes desconhecidas e sempre se esqueça de ler as permissões de um aplicativo está solicitando.
Em terceiro lugar, o download de um aplicativo de segurança que pode digitalizar seus aplicativos para que você procura de código malicioso.
NQ Mobile Security para Android está disponível para Download .



Toma o Twitter Tweetdeck offline devido a vulnerabilidade


    Toma o Twitter Tweetdeck 
offline devido a vulnerabilidade



Twitter tem tomado a sua app Tweetdeck offline após um aparente bug foi possivelmente dado algum Tweetdeck aos usuários acesso a contas dos outros. A versão web do Tweetdeck é atualmente para baixo , embora as edições mais antigas da área de trabalho do software parece continuar a receber e enviar tweets no momento, e ainda pode sair e voltar dentro

 

Um usuário Tweetdeck Sydney, Austrália-baseado chamado Geoff Evason diz que descobriu hoje que ele estava de alguma forma capaz de acessar centenas de outras contas através Tweetdeck . " Eu sou um usuário TweetDeck. Um bug me deu acesso a centenas de twitter e conta facebooks através TweetDeck. Eu não fiz nada de especial para fazer isso acontecer. Acabei de entrar em um dia, a conta foi foi mais lento do que o normal, e eu podia postar a partir de contas muito mais. "

E demonstrou que poderia acessar outra conta enviando Tweet . Outras contas podem também ser afetados, como o Twitter rapidamente bloquearam o acesso ao Tweetdeck inteiramente a "olhar para um problema. Eles nos ofereceram nenhum comentário diferente do seu Tweet .

Seu Xbox 360 detalhes do cartão de crédito vulneráveis ​​a Corte

Seu Xbox 360 detalhes do cartão 
de crédito vulneráveis ​​a Corte


Foi descoberto por pesquisadores da Universidade Drexel da Filadélfia, que os dados de cartão de crédito em sistemas mais antigos do Xbox 360 que foram negociados ou vendidos. Hackers podem agora recuperar informações pessoais de consoles Xbox remodelado, os consumidores sugerindo exercer mais cuidado com seus aparelhos eletrônicos.

 

" Qualquer um pode baixar gratuitamente uma grande quantidade deste software, essencialmente pegar uma consola de jogos descartadas, e têm a identidade de alguém ", disse o pesquisador Ashley Podhradsky. A equipe descobriu que, mesmo restaurando o seu console para as configurações de fábrica não irá remover alguns dos dados armazenados no Xbox 360.

" Xbox não foi concebido para armazenar dados de cartões de crédito localmente no console, e como tal parece improvável dados de cartão de crédito foi recuperado pelo método descrito. Além disso, quando a Microsoft renova consoles usados ​​temos processos para limpar os discos rígidos locais de qualquer dados de outros usuários. Podemos assegurar os donos de Xbox que tomamos a privacidade ea segurança dos seus dados pessoais é muito importante . "

Bem, não há muito o que fazer se você já trocou dentro No entanto, para aqueles que ainda não há algo que você pode fazer para limpar seu disco. Retirar o disco rígido do Xbox 360, ligá-lo ao seu computador, e usar de inicialização Darik e Nuke . Este programa irá apagar todo o conteúdo no disco ele pode detectar. Ou você pode sempre reclamar com a Microsoft para criar um programa melhor de restauração de fábrica.